Ações

Ações representam uma fração do capital social de uma empresa. Ao comprar uma ação o investidor se torna sócio da empresa, ou seja, de um negócio. Passa a correr os riscos deste negócio bem como participa dos lucros e prejuízos como qualquer empresário.

Estratégias mais comuns para investir em ações

Existem uma infinidade de maneiras de se investir em ações. A estratégia e técnica a serem empregadas vão depender do perfil e do objetivo do investidor. Algumas das mais comuns são:

Day Trade

É assim que são chamadas as negociações de curtíssimo prazo realizadas na bolsa de valores. E o prazo é curtíssimo de verdade: um day trade é uma operação que combina a compra e a venda de uma mesma ação em um mesmo dia, pelo mesmo investidor, usando a mesma conta e na mesma corretora.

Por isso, a liquidação de um day trade é exclusivamente financeira. As ações não transitam pela carteira de custódia do investidor. Muitas vezes, quem negocia lança mão da alavancagem – operando um valor maior do que efetivamente possui – numa tentativa de ampliar os ganhos.

O day trade costuma ter algumas características especiais em relação às outras compras e vendas de ações. As corretoras, por exemplo, costumam praticar taxas de corretagem mais baratas do que nas operações tradicionais. A tributação do day trade também é diferente.

Curto prazo

De modo geral, investimentos com um horizonte de alguns dias, semanas ou meses – até um ano – são considerados de curto prazo. No mercado de ações, uma técnica comum para fazer aplicações desse tipo é chamada de swing trade. Mesmo com a compra e a venda não sendo finalizadas no mesmo dia, as operações de curto prazo ainda exigem um acompanhamento constante do mercado, pois se baseiam em achar oportunidades de ganho em pouco tempo.

Esse tipo de negociação está entre os mais comuns na bolsa de valores, e mesmo investidores não profissionais por vezes aplicam com esse horizonte de tempo em mente. No entanto, é importante ressaltar que negociar visando o curto prazo tem suas peculiaridades. É recomendável, por exemplo, optar por ações com liquidez elevada, para conseguir se desfazer delas com facilidade na hora de encerrar o investimento.

Longo prazo

É bastante comum ouvir a recomendação de que ações são investimentos interessantes para quem tem o longo prazo como objetivo. Existem algumas razões para isso.

Ao comprar ações, o investidor se torna sócios da empresa e tende a ganhar junto com ela conforme a receita cresce e os resultados aparecem. Isso, é claro, não acontece de um dia para o outro. Demanda algum tempo de maturação.

Também é importante lembrar que, embora reflitam os resultados das empresas, os preços das ações também variam conforme as condições do mercado. É comum que alguns acontecimentos transitórios causem euforia – ou desespero – no mercado, o que pode ter um impacto direto sobre as cotações. Elas tanto podem subir quanto cair de maneira repentina.

Dividendos

Alguns investidores se interessam mais pelos dividendos distribuídos pelas empresas do que propriamente pela possibilidade de ganhar com a valorização das ações. É uma forma de viver de renda operando na bolsa de valores, em vez de com títulos públicos ou outros papéis de renda fixa.

Normalmente, empresas bem estabelecidas, que tenham as suas receitas crescendo de maneira constante e sem uma necessidade muito grande de investimento são boas pagadoras de dividendos.

Long short

Quando se pensa em bolsa de valores, a operação mais tradicional é a compra de ações, uma posição também conhecida como “long”. Porém, é possível realizar outros tipos de negociações, baseadas na venda de papéis. Elas costumam ser recomendadas para quem já possui alguma familiaridade com o mercado.

Operar vendido (ou “short”) é o mesmo que vender uma ação antes mesmo de comprá-la. Numa operação tradicional de compra, o principal objetivo é conseguir adquirir papéis por um preço mais baixo e, no futuro, desfazer-se deles a um preço mais alto.

Já numa operação vendida, o raciocínio é exatamente o oposto: vender as ações e recomprá-las mais tarde por um valor mais baixo, embolsando a diferença.

Operações short permitem ganhar quando o mercado está em queda. Para executá-las, é preciso fazer um aluguel de ações. Assim, é possível vender as ações que foram alugadas, recomprar os mesmos papéis e devolvê-los ao locatário. O risco é o cenário imaginado pelo investidor – de queda do mercado – não se concretizar. Se as cotações dos papéis subirem, o resultado será prejuízo.

Tenha ajuda de um especialista na hora de investir

A escolha dos títulos que irão compor sua carteira devem refletir uma estratégia de investimento que se adeque ao seu planejamento financeiro, para isso deve se levar em consideração, liquidez, rentabilidade e segurança.

Renda Variável

Investimentos Relacionados

As ações são a menor parte do capital social de uma empresa, ao adquirir uma ação um investidor se torna sócio da empresa tendo participação em seus lucros e prejuízos assim como direito a recebimento de dividendos.

Derivativos como o próprio nome diz, são contratos que tem a maior parte do seu valor derivada de um ativo como uma taxa ou um índice. Esse ativo pode ser físico como uma commoditie ou financeiro, como ações e juros.

Exchange Traded Funds é o nome completo dos ETFs, também conhecidos como “fundos de índices”. Eles são fundos que replicam a composição de índices financeiros – como o Ibovespa ou o IBrX – e têm as cotas negociadas no pregão da bolsa, como as ações. Seu objetivo é oferecer aos investidores uma alternativa para investir em carteiras praticamente idênticas às principais referências do mercado.

São uma das melhores formas de se investir em imóveis, são uma excelente fonte de renda passiva já que os dividendos são distribuídos mensalmente.

Conhecidos pela sigla BDR, os Brazilian Depositary Receipts são certificados que representam ações emitidas por empresas em outros países, mas que são negociados aqui, no pregão da B3. É como se fossem valores mobiliários lastreados em papéis de companhias estrangeiras.

Em linhas gerais, um DR – Depositary Receipt – é um certificado que representa ações de uma empresa. Ele é emitido no exterior por uma instituição depositária e negociado em países diferentes daquele de origem da companhia.

O investimento em câmbio envolve aplicações baseadas em moedas. Esse tipo de produto costuma ser considerado uma opção para diversificar a carteira e, principalmente, para proteger o patrimônio das oscilações da economia brasileira.

Outros Produtos

Renda Variável

Produtos estruturados

Ativo negociados em bolsa e que oferecem maior potencial de retorno e por tanto maior risco.

Fundos que fazem a gestão do capital dos cotistas e são uma ótima opção para quem quer investir e não tem conhecimento e tempo para acompanhar o mercado. 

Podem ser títulos do Governo, crédito privado e emissões bancárias. Parte importante na constituição de segurança para a carteira de investimentos.

São uma das melhores formas de se investir em imóveis, são uma excelente fonte de renda passiva já que os dividendos são distribuídos mensalmente.

Esta classe abrange uma classe diferenciada de ativos que pode servir tanto para proteção quanto para especulação.

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